
*. Alessandra .*
é apenas uma menina, como qualquer outra que mora em Curitiba, ou em qualquer outro lugar do mundo.
mundo este que há 19 anos tenta compreender e não consegue...
possui dificuldades para aceitar as coisas. será por isso que é chamada de chata, reclamona?
apesar das coisas serem como são, é muito feliz, à sua maneira. encara a vida com bom-humor.
aqui você pode encontrar entre as palavras frustrações de quem há um tempo acreditava com convicção na carreira de jornalista e agora se dedica às ciências da saúde, mais especificamente a nutrição.
"Eu tô aqui pra quê? Será que é pra aprender? Ou é pra aceitar, me acomodar e obedecer?"
*.Se quiser brincar comigo.*
*.Brincadeiras passadas.*
Outubro - 2004
Novembro - 2004
Dezembro - 2004
Janeiro - 2005
*.Brincam também.*
7.1.05
Eu só queria alguém pra me escutar, amparar, abraçar, olhar fundo nos olhos, conversar seriamente, valorizar, proteger, ajudar, entender (ao menos tentar), acalmar, acolher, secar as lágrimas, fazer sorrir...
É pedir muito?
. . .
"Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo".
postado às
02:43 ...
6.1.05
Nossa!
Passou-se uma semana sem eu escrever uma palavra sequer aqui.
Perdoem-me a falta cometida!
Minha virada de ano não teve nada de espetacular.
Mas, é muito bom ter ao lado de si pessoas legais, amigas e companheiras.
O mesmo posso dizer sobre o dia do meu aniversário. =)
No mais, minha vida anda um inferno! - É, o ano começou da mesma maneira que terminou...
Mas, por mais coisas que aconteçam, procuro manter meus pensamentos no lugar.
E, ao mesmo tempo, espero...
. . .
Sei que estou escrevendo como se isto fosse um diário, deve ser porque estou sugestionada por estar relendo "O Diário de Anne Frank".
Como o li quando era criança, peguei-o novamente agora.
E estou relendo porque fiquei sugestionada depois de ter assistido "O Pianista" um dia desses atrás.
Sim, eu sou uma pessoa bastante sugestionável, eu sei.
. . .
Ando com minhas emoções à flor da pele.
Pensativa e instrospectiva como nunca.